Sábado, 31 de Março de 2012

 

 

Não sei quando me paixonei por ti. Não me recordo da primeira vez que te vi, da primeira vez que te olhei e te quis. 

 

Lembro-me do primeiro beijo, da primeira vez que te senti o sabor... E recordo-me tão em do teu calor. Da maneira como meaquecias por dentro, o que a vida esfriara. 

Foste um amigo nas horas da solidão, um companheiro depois do almoço. Recordo me de te olhar com estes olhos brilhantes e apaixonados, e te deixar sem jeito. Foste amor, foste paixão.
E eu gosto tanto de ti, depois de outros tantos ter provado, é de ti que me recordo quando a tristeza teima em vir. É a ti que eu culpo. 
Porque estiveste presente tão pouco tempo, mas tão intensamente. Porque me deixaste apaixonar por ti. Sem dó, sem piedade, sem razão e sem medida. 
Deixaste-me envolver contigo, para depois me ver de ti afastada. 
Como fraca que sou, eu volto sempre. Eu espero sempre por ti. Eu não penso senão em ti.



publicado por naná às 13:32 | link do post | comentar

4 comentários:
De Mary Anne a 31 de Março de 2012 às 22:10
Adorei *-* E confesso que todas as tuas palavras podiam ser as minhas. Adoro café.


De marlene cerm a 31 de Março de 2012 às 23:45
É algo deveras tentador. Adorei o texto. 


De C. a 1 de Abril de 2012 às 12:45
eu também, o que vale é que há suficiente para as duas.
Beijinho e mais momentos assim.


De Emy a 1 de Abril de 2012 às 19:00
adorei o texto!


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